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Ficha do Livro
As longas apoquentações de uma mulher só num inverno muito frio
Isabel-Victoria da Motta

Tema: Romance
ISBN:
Idioma:Português
Editora:Here I am
Data Edição:2011
Páginas:366
Dimensões:24
Peso:
Data Criação:22/03/2011 09:00
Ocorrências:2
Disponíveis:1
Sinopse
Uma mulher de quarenta anos, hospedeirta de bordo, nas suas longas apoquentações de um inverno muito frio em Lisboa, prova-nos que a capacidade infinitamente feminina pode mudar todos os cursos da vida mesmo na solidão dos tempos e no emaranhado das apoquentações que, somente, a mulher só conhece:
"...Porque a solidão tem um quê de doçura e prontidão, um quê sábio, um compromisso com a razão que só a alma entende."

De desafio em desafio, no silêncio dos seus medos, Esmeralda Maria Luisa
resolve deixar de voar e inventa vários negócios que a lançam no desconhecido e a vão enriquecendo na procura da sua identidade como mulher num tempo de insegurança que ela conduz num ritmo ousado e aventureiro. Empregada de um bar no Estoril, vendedora de rosas na Ribeira, criada de um escritor policial na Lapa.
Despedida e despedindo-se de todos os quotidianos que silenciam a sua liberdade.
"... Desde que invente a minha sobrevivência, posso afirmar a minha liberdade."
Se a aventura a desafia e as apoquentações lhe tecem fios que a desnorteiam, os encontros casuais com jeunnes hommes no Chiado, mora na rua Anchieta, levam-na às maiores desilusões.
"...As noites com o meu amigo Russel eram um sonho, não tínhamos nada a dizer, único sentimento de uma paixão fraterna tão suave que descansávamos um no outro sem precisarmos de falar, a nossa comunhão era um verbo articulado num presente alegre, parecíamos fora de tom, fora de moda, fora do tempo como se a um precisasse a cunha e a outro o parafuso, éramos um trapézio sem rede."
"As Longas Apoquentações de uma Mulher Só num Inverno Muito Frio" é um romance urbano onde os personagens confundem o amor com a casualidade e cujo destino nenhum aceita.
"...Ovelha negra, eu, pobre coitada, descobri cedo que, ou aprendia a levar a comida à boca pela minha mão, ou seria a mão de algum macho que, agarrando a minha, me levaria a essa dependência mortal, a inutilidade."




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Ultima actualização efectiva a 22/03/2011 09:00

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