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Ficha do Livro
O estrangulador
manuel vazquez montalban

Tema: Policial e Espionagem
ISBN:9722903802
Idioma:Português
Editora:Difel
Data Edição:1997
Páginas:222
Dimensões:
Peso:
Data Criação:03/03/2012 13:18
Ocorrências:1
Disponíveis:0
Sinopse
"Meu nome é Albert DeSalvo e sou o Estrangulador de Boston": assim começa este diário de um louco que trucidou 37 vítimas. Intoxicou pai e mãe com gás, jogou os filhos de um despenhadeiro no litoral da Nova Inglaterra, atropelou um delinqüente com seu Jaguar último tipo, enforcou tanto a própria mulher como uma freira do Congresso Eucarístico, além de prostitutas e críticas de arte, empalou um aposentado nas grades de uma mansão art déco, congelou uma acrobata no freezer e não deixou escapar de sua sanha nem o ex-secretário geral do Partido Comunista.
Matar é seu ofício, mas, quando ameaçam submetê-lo a uma lobotomia, o homem se transforma. Movido pelo instinto social-democrata que, em suas palavras, alimenta qualquer cérebro na hora de salvar a pele, o louco, digamos, toma juízo. Murado em sua cela de enfermaria, povoando seu imaginário de personagens vivos para em seguida matá-los, Albert se torna um homem triste, incomunicável, autista. Finge que não matou ninguém. Finge que está em Boston, quando provavelmente está em Barcelona. Finge que é casado com uma esposa tricoteira e aceita ser pai de três filhos: um aidético, um sem-teto e um pluridivorciado. Albert é um simulador e um mitômano, mas também um criminoso de verdade que mata com critérios objetivos, frios e racionais.
Este romance de Manuel Vázquez Montalbán retrata um fim de século em que a geometria venceu a compaixão e a solidariedade. Em sua permanente tensão entre agressividade e conformismo, O estrangulador pode ser lido também como alegoria de duas atitudes possíveis diante do mundo: a subversão e a resignação. Ou, mais simplesmente, é o diário de um louco que um dia acreditou no que lhe disse o seu sorumbático psicanalista argentino, que apenas cantarolava a letra de um tango: "Verás que tudo é mentira, verás que nada é amor".


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